sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Projeto Comenius “Youth Echoes” (Ecos da Juventude)



Países parceiros: Alemanha, Áustria, Escócia, Espanha, Grécia, Itália, Letónia, Lituânia, Polónia, Portugal, Suécia

Primeira Mobilidade – Polónia

A Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes é, uma vez mais, parceira de um projeto Comenius, cujo objetivo principal é explorar as expetativas dos jovens cidadãos da União Europeia, no que respeita às suas perspetivas e oportunidades de futuro, no seio da Comunidade Europeia; são ainda objetivos do projeto, entre outros, a compreensão dos valores, crenças e ideais que guiam ou afetam as vidas dos jovens, bem como as diferentes formas de expressão dessas culturas juvenis, seja através da literatura, da música, da moda ou das artes. 

O primeiro encontro do projeto realizou-se entre 21 e 25 de outubro em Swiebodzin, na Polónia, e nele foi feita, a partir de trabalhos desenvolvidos por alunos, a apresentação das escolas parceiras, dos locais onde as mesmas se situam e dos respetivos sistemas educativos.

Nas sessões de trabalho foram introduzidas alterações ao plano inicial de mobilidades e foram tomadas decisões relativas ao desenvolvimento do projeto, nomeadamente no que diz respeito a questionários a aplicar,  meios de comunicação/divulgação e produtos finais.

As delegações tiveram ainda oportunidade de visitar a cidade de Poznan, onde os alunos desenvolveram duas das atividades a eles destinadas: um peddy paper para descoberta do centro histórico e um workshop de arte no Museu de Arte Contemporânea  local.

É de destacar o elevado grau de envolvimento das famílias de acolhimento e dos representantes dos encarregados de educação na organização do encontro. 

Sublinhamos ainda a excelente participação dos nossos alunos, pela forma como se integraram e pelo interesse que manifestaram pelas atividades e que as suas palavras tão bem traduzem:

“ As professoras polacas eram muito simpáticas e todos os alunos polacos do projeto fizeram tudo para que nos sentíssemos bem na sua escola. Mas, mais importante que tudo foi a minha família de acolhimento: tentaram fazer-me sentir em casa desde o primeiro minuto. (…) Visitámos vários sítios de interesse, mas nunca esquecerei a visita a um bunker da 2ª Guerra Mundial: sei agora o que significa estar a 18 metros de profundidade, com uma temperatura de 3 graus a pensar que durante a guerra havia pessoas a viver ali, na escuridão “.
Ana Rita Nunes

“(…) foi bom sentir-me parte de um grupo "desconhecido", que, em poucos dias, passou a significar muito para mim. Fiz grandes amizades durante a minha estadia em Swiebodzin, e espero continuar a ter contacto com todos aqueles que conheci e voltar a vê-los outra vez.”

João Fernandes

“Ensinávamo-nos uns aos outros: palavras, sons, gestos, reações. E quem costumava ensinar aprendia e quem costumava aprender também ensinava...Uma vez alguém me disse que se gosta mais quando se viaja e eu subscrevo na totalidade. Aprende-se mais sobre uma pessoa viajando com ela (repito, no espaço ou no tempo) e esta experiência, para mim, foi nada mais que a derradeira prova disso mesmo.”

Maria Miguel Café

Notícia enviada pela Prof. Ana Gonzaga